"Todo aquele que ler estas explanações, quando tiver certeza do que afirmo, caminhe lado a lado comigo; quando duvidar como eu, investigue comigo; quando reconhecer que foi seu o erro, venha ter comigo; se o erro for meu, chame minha atenção. Assim haveremos de palmilhar juntos o caminho da caridade em direção àquele de quem está dito: Buscai sempre a Sua face."

Agostinho de Hipona

25 de março de 2009

Livro para ler: O poder terapêutico do perdão


Conclusões do escritor Ray Pritchard, no livro O poder terapêutico do perdão, página 145, sobre os motivos do porquê diariamente julgamos outros seres humanos.





Sempre gostamos de:

Exagerar pequenas infrações ou erros;

Maximizar os pecados alheios e minimizar os nossos;


Tirar conclusões apressadas e negativas;

Envolvermos numa situação em que não deveríamos;

Passar adiante relatos críticos sobre os outros;

Ter forte tendência de considerar os outros culpados;

Ser severos demais, mesmo ao falar a verdade;

Acrescentar comentários pejorativos, ao contar uma história;

Fazer pouco de um comentário maldoso dizendo: “Eu estava brincando”;

Ser críticos e depois tentar encobrir o que foi dito
Fazer um comentário maldoso e depois mudar rapidamente de assunto

Contar a muitas pessoas como outros nos magoaram ou ofenderam;

Sentir prazer ao condenar as pessoas;

Dizer a verdade com a intenção de magoar, e não de ajudar

Rebaixar os outros a fim de melhorar a auto-imagem;

...

Quando começamos a entender nossa humanidade, cheia de ambiguidades e valores circunstanciais e interesseiros, nos assustamos.

Com a ajuda de Deus e através da cruz podemos começar a trilhar um caminho (longo caminho) de volta ao Pai, à imagem de Deus em nós.

"Miserável homem que sou, quem me livrará desse corpo de morte?"
Apóstolo Paulo


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