27 de novembro de 2009

1º trimestre de 2010 CPAD - 2ª Coríntios

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No 1º trimestre de 2010, estaremos estudando o tema 2ª Coríntios - "Eu, de muito boa vontade, gastarei e me deixarei gastar pelas vossas almas."
Comentarista: Pastor Elienai Cabral

SUMÁRIO DA LIÇÃO:
1- A Defesa do apostolado de paulo
2- O Consolo de deus em meio à aflição
3- A Glória do ministério Cristão
4- A Glória das duas alianças
5- Tesouro em vasos de barro
6- O Ministério da reconciliação
7- Paulo, um modelo de líder servidor
8- Exortação à santificação
9- O Princípio biblico da generosidade
10- A Defesa da autoridade apostólica de paulo
11- Caraterísticas de um autêntico líder
12- Visões e revelações do Senhor
13- Solenes advertências pastorais

17 de novembro de 2009

Vídeo Rob Bell - Nooma 020 Shells

Falando do Evangelho de uma forma contemporânea:



12 de novembro de 2009

Muro de Berlim e a oração da Igreja - 20 anos


"Estávamos preparados para tudo. Mas não para velas e orações." A declaração foi dada pelo membro do Comitê Central da Alemanha Oriental (RDA), Horst Sindermann, pouco antes de sua morte, e referia-se à derrubada do muro de Berlim, em 9 de novembro de 1989. As reuniões de oração de uma igreja evangélica (protestante, de fato!) foram decisivas para a mobilização popular que derrubou aquela estrutura de concreto que separava o mundo. Hoje, 20 anos depois, a celebração inclui o convite à continuidade das orações, feito por meio da página da igreja na internet. Na igreja de São Nicolau os pastores destacam a necessidade de orar pelo ser humano como um todo, inserido no seu contexto social. Eles dizem: "Os nossos cultos de oração de paz continuarão! Trataremos com problemas de hoje -- o apoio ao desempregado e esforços para integrar estrangeiros na nossa cidade -- como tratamos com problemas no passado. As nossas intercessões e o nosso compromisso são tão necessários hoje como no passado, especialmente para as áreas críticas do mundo onde as novas guerras e os conflitos estouram constantemente".

(...)

“O espírito de não-violência de Jesus agarrou as massas e tornou-se um poder material, pacífico. As tropas e a polícia retiraram-se. O partido e a ditadura ideológica caíram. Como diz a Bíblia: "Ele destrona os poderosos e entroniza os débeis"; "Você terá sucesso não pelo poder militar ou pela sua própria força, mas pelo meu espírito, diz o Senhor". É o que experimentamos. Houve milhares nas igrejas. Centenas de milhares nas ruas em volta do centro da cidade. Mas nenhuma janela de loja foi despedaçada. Isto foi a experiência incrível do poder da não-violência”, relata o reverendo da igreja de São Nicolau. O então líder da Alemanha Oriental, Sindermann, não soube como reagir a velas e orações.

• Lenildo Medeiros é jornalista, fundador da agência cristã de notícias Soma e pastor. lenildo@soma.org.br

Leia na íntegra no site da Ultimato.

11 de novembro de 2009

A Parábola sobre a Igreja (de Thedore Wegel)


Numa perigosa costa, onde naufrágios são freqüentes, havia certa vez, um tosco, pequeno posto de salvamento. O prédio não passava de uma cabana, e havia um só barco salva-vidas. Mesmo assim os membros, poucos e dedicados, mantinham uma vigilância constante sobre o mar e, sem pensar em si mesmos, saiam dia e noite, procurando incansavelmente pelos perdidos. Muitas vidas foram salvas por este maravilhoso pequeno posto, de modo que acabou ficando famoso. Algumas das pessoas que haviam sido salvas, além de várias outras residentes nos arredores, queriam associar-se ao posto e contribuir com seu tempo, dinheiro e esforço para manter o trabalho de salvamento. Novos barcos foram comprados, e novas tripulações treinadas. O pequeno posto de salvamento cresceu.

Alguns membros do posto de salvamento estavam descontentes com o fato de o prédio ser tão tosco e tão parcamente equipado. Achavam que um lugar mais confortável deveria servir de primeiro refúgio aos náufragos salvos. Assim, substituíram as macas por camas, e puseram uma mobília melhor no prédio que foi aumentado. Agora, o posto de salvamento tornou-se um popular lugar de reunião para os seus membros. Deram-lhe uma bela decoração e o mobiliaram com requinte, pois o usavam como uma espécie de clube. Agora era menos o número de membros ainda interessados em sair ao mar em missões de salvamento. Assim, tripulações de barcos salva-vidas foram contratadas para fazer este trabalho. O motivo predominante da decoração do clube ainda era o salvamento de vidas, e havia um barco salva-vidas litúrgico na sala em que eram celebradas as festas e onde estavam hospedadas pessoas com frio, molhadas e semi-afogadas. Elas estavam sujas e doentes, e algumas delas eram de pele preta ou amarela. O belo clube estava em caos. Por isso, o comitê responsável pela propriedade imediatamente mandou construir um banheiro do lado de fora do clube, onde as vítimas de naufrágio pudessem se limpar antes de entrar.

Na reunião seguinte, houve uma cisão entre os membros do clube. A maioria dos membros queria suspender as atividades de salvamento por serem desagradáveis e atrapalharem a vida social normal do clube. Alguns membros insistiram em que o salvamento de vidas era seu propósito primário e chamaram a atenção de que eles ainda eram chamados "Posto de Salvamento". Mas, derrotados na votação, foi-lhes dito que, se queriam salvar vidas de todos os vários tipos de pessoas que naufragassem naquelas águas, eles poderiam iniciar seu próprio posto de salvamento mais abaixo, naquela mesma costa. E foi o que fizeram.

Com o passar dos anos, o novo posto de salvamento passou pelas mesmas transformações ocorridas no antigo. Acabou tornando-se um clube, e mais um posto de salvamento foi fundado. A história continuou a repetir-se de modo que, quando se visita aquela costa hoje em dia encontram-se vários clubes exclusivos ao longo da praia. Naufrágios são freqüentes naquelas águas, mas a maioria das pessoas morrem afogadas!

24 de outubro de 2009

Um chamado à angústia: David Wilkerson

Por favor, ouça esse trecho da pregação do Pr. David Wilkerson


21 de outubro de 2009

Lembranças "pentecostais"


Esse mês completei 30 anos. A Igreja sempre fez parte da minha vida. Muitas lembranças. Boas e ruins. Quero compartilhar com vocês algumas delas, que tentarei colocar em ordem cronológica. Fiquem à vontade para comentar e também contar as suas histórias...

Nos meus dois anos de idade, por causa de uma irritação profunda na minha pele (manchas e assaduras em todo corpo) meus pais, depois de passarem até por benzedeiros, permitiram que um obreiro da Assembléia de Deus de Joinville, irmão Adelino, orasse por mim e fui sarado da tal enfermidade. Esse foi um dos motivos de aproximação dos meus pais com o Evangelho meses depois desse acontecimento.

Rebuscando as mais longínquas lembranças eclesiais, consigo me lembrar até do objeto onde se coletava ofertas voluntárias durante um dos hinos da Harpa Cristã, um prato metálico com alguns desenhos geométricos, com as suas cores já desbotadas. Na falta desse receptáculo, geralmente o porteiro[1] usava a Bíblia aberta para receber as doações dos irmãos:

- Com esse hino da harpa, vamos aproveitar e fazer a coleta. Os porteiros podem se aproximar para orar! – dizia o dirigente da reunião, numa sala improvisada da casa de alguma família.

Tempos onde fervor e sinceridade se misturavam com intolerância e ignorância, produzindo por um lado frutos preciosos para o Reino de Deus e por outro, feridas e frustrações pessoais[2]. Não obstante, percebia-se claramente o mover do Espírito Santo na vida dos simples irmãos em cada passo que davam como comunidade envolvida na proclamação do Evangelho.

Uma das irmãs viu, em uma visão numa das reuniões de oração, cada um dos irmãos com um banco nas costas. Dali poucas semanas, a Igreja estava indo para outro endereço exatamente como a irmã vira anteriormente em oração. Tudo isso sem exagero e sem idolatrar ou ritualizar as manifestações do Espírito Santo, bem como os canais para essas manifestações.

Tudo era Graça e bondade de Deus. Afinal, o Espírito Santo era Deus e por isso mesmo, soberano e livre para agir apesar das nossas pressuposições.

“O vento assopra onde quer, e ouves a sua voz, mas não sabes de onde vem, nem para onde vai; assim é todo aquele que é nascido do Espírito.

(continua)

[1] Porteiro ou acomodador, que naquela época, a principal função era “vigiar” as crianças e manter a ordem nos corredores e demais dependências da Igreja. Com o mesmo rosto sério e feroz, para se fazer respeitar pelas crianças, era o mesmo que recebia um visitante.

[2] Uma postagem futura falará só sobre esse assunto.

14 de outubro de 2009

Memorial Virtual Centenário das Assembléias de Deus no Brasil

CPAD lança museu e Memorial Virtual do Centenário das Assembléias de Deus no Brasil: clique aqui para ler o livro.
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